Na revista Diadorim, da UFRJ, o meu texto sobre o romance O Som do rugido da onça, da Micheliny Verunschk
Imaginando e traduzindo O som do rugido da onça: reflexões sobre um romance de Micheliny Verunschk
Na revista Diadorim, da UFRJ, o meu texto sobre o romance O Som do rugido da onça, da Micheliny Verunschk
Imaginando e traduzindo O som do rugido da onça: reflexões sobre um romance de Micheliny Verunschk
Yehuda Amichai:
No dia em que minha filha nasceu não morreu ninguém
"No dia em que minha filha nasceu não morreu ninguém.
No hospital, e no portão de entrada
o aviso disse: "Hoje kohanim têm permissão para entrar."
E foi o dia mais longo do ano na minha grande alegria.
Eu me dirigi com meu amigo para as colinas de Sha'ar Ha-Gai.
Vimos um pinheiro doente, não havia nada sobre ele, mas estava carregado de pinhas.
Zvi disse que as árvores prestes a morrer produzem mais pinhas que as árvores saudáveis.
E eu lhe disse: Isso que você fez, mesmo sem sabê-lo, foi um poema.